segunda-feira, 9 de agosto de 2010
sábado, 7 de agosto de 2010
Tensor em meio um dimensional estado de fase líquido
12:34
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTERGRAL IFMA IMPERATRIZ MA, curso de licenciatura em física, forças na água, Tensor
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Bom quem gosta de ciência é assim né, onde vai acha algo interessante. Nesse caso estava eu olhando a superfície da água, e vendo como ela é transparante (isso dar margem para especular sobre o espaço ao nosso redor, será ele mesmo vazio, já sabemos que não), pois bem, o que é interessante aqui não nem tanto as ondas que se formam na superfície do matéria em estado de fase líquido (com relativa pouca energia cinética), mas uma coisa que chamamos de tensor. Isso porque é claro todos sabem a superfície da água tem a sua tensão superficial, mas em uma análise dimensional do corpo, no caso da água ela sofre os efeitos da força aplicada pelo contato da sola do sapato e que é transmitida para todo o líquido (existem um nome mais técnico do que isso), e a isso chamamos tensor. Isso ainda é uma ideia intuitiva da coisa, e que presica ser esmiuçada com mais cuidado. Abraços
Tentando visualizar as linhas do espectro eletromagnético em uma lâmpada incandescente
De todos os tipos de iluminação artifical criadas pelo homem, uma tem um interesse especial. É a da lâmpda incandescente, talvez há muito abolida nos países desenvolvidos. A Lâmpada foi inventada por Thomas Alva Edison, famoso invetor americano a quem é atribuída a frase: “Nunca falhei, apenas descobri dez mil maneiras que não funcionam. Pois bem, se você observa essa maravilha tecnológica poderá ver nela linhas bem finas saindo da lâmpada e se olha com mais calma verá também as cores vermelha, verde que são as duas cores primárias do espectro da luz visível. E se prestar mais um pouco de atenção verá as linhas de força do campo de força eletromagnético saindo da lâmpada em cujos os focos se originam as linhas que finas que vemos. E se você prestar mais atenção ainda verá uma zona mais próximo da lâmpada onde você pode ver a dissipação do calor.
Tentei tirar uma foto disso mas não ficou bom, só vai dar pra ver as linhas que saem da lâmpada, não vai dar pra ver nem as linhas de força do campo eletromagnético. Abraços
Tentei tirar uma foto disso mas não ficou bom, só vai dar pra ver as linhas que saem da lâmpada, não vai dar pra ver nem as linhas de força do campo eletromagnético. Abraços
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Imagem mostra colisão de galáxias na direção da constelação do Corv
07:41
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A agência espacial norte-americana (Nasa) divulgou nesta quinta-feira (5) novas imagens da colisão de duas galáxias na direção da constelação do Corvo, localizadas a 45 milhões de anos-luz de distância.
O colorido da fotografia é artificial. Resulta da união da observação feita por três telescópios da Nasa: Hubble, Chandra e Spitzer. Cada um deles captou as partes amarela, azul e vermelha e o resultado é o que se vê na composição. Conhecidas como galáxias da Antena, elas iniciaram o encontro há 100 milhões de anos, gerando novas estrelas a partir da poeira e gás. Com a informação enviada em ondas infravermelhas, o Telescópio Spitzer nuvens quentes de poeira, indicadoras de estrelas recém-nascidas.
Confira o trabalho da cada telescópio separadamente
As observações com raio-x feitas pelo Chandra permitiram identificar elementos de supernovas, explosões que marcam o fim da vida de estrelas muito massivas. Segundo os pesquisadores, os gases detectados são ricos em elementos como magnésio, ferro, oxigênio e silício.
Estrelas de nêutrons e buracos negros, ambos objetos com raio menos que das estrelas, porém muito mais massivos, também aparecem na fotografia.
O Hubble compôs a parte "óptica" da imagem, destacando aglomerados estelares e astros mais velhos. Somadas, as observações duraram quase cinco dias e foram feitas entre 1999 e 2002.
Estima-se que a área observada tem comprimento de 61 mil anos-luz. A constelação do Corvo é facilmente visível no hemisfério sul, tendo 4 estrelas mais marcantes, notáveis a olho nu mesmo em cidades poluídas como São Paulo.
O colorido da fotografia é artificial. Resulta da união da observação feita por três telescópios da Nasa: Hubble, Chandra e Spitzer. Cada um deles captou as partes amarela, azul e vermelha e o resultado é o que se vê na composição. Conhecidas como galáxias da Antena, elas iniciaram o encontro há 100 milhões de anos, gerando novas estrelas a partir da poeira e gás. Com a informação enviada em ondas infravermelhas, o Telescópio Spitzer nuvens quentes de poeira, indicadoras de estrelas recém-nascidas.
Confira o trabalho da cada telescópio separadamente
As observações com raio-x feitas pelo Chandra permitiram identificar elementos de supernovas, explosões que marcam o fim da vida de estrelas muito massivas. Segundo os pesquisadores, os gases detectados são ricos em elementos como magnésio, ferro, oxigênio e silício.
Estrelas de nêutrons e buracos negros, ambos objetos com raio menos que das estrelas, porém muito mais massivos, também aparecem na fotografia.
O Hubble compôs a parte "óptica" da imagem, destacando aglomerados estelares e astros mais velhos. Somadas, as observações duraram quase cinco dias e foram feitas entre 1999 e 2002.
Estima-se que a área observada tem comprimento de 61 mil anos-luz. A constelação do Corvo é facilmente visível no hemisfério sul, tendo 4 estrelas mais marcantes, notáveis a olho nu mesmo em cidades poluídas como São Paulo.









