A forma como vemos os fenômenos que ocorrem ao nosso redor é que nos diz como interpretamos o Universo. Interessante que ontem estava olhando uma estrela no céu, uma pequeno ponto brilhante. Podemos pensar que ao olharmos a estrela temos a sensação de que ela está brilhando justo naquele momento. Ledo engano, a luz das estrelas que vemos e quem vem dos confins do cosmos já brilhou. Mas existe algo intrigante, uma estrela brilhando além de nosso planeta parece está, posso assim dizer em uma esfera imaginária, apesar de que a estrela mais próxima de nos não encerra o limite do Universo.
Essa fronteira imaginária é um tecido espaço-tempo, um tecido que faz com quando olhamos a estrela o Universo parece ser certa forma bidimensional, apesar de não o sê-lo. Assim, a estrela estaria nesse limite imaginário de espaço tempo é com se fosse um ponto brilhante em um limite imaginário.
A estrela consegue assim rasgar esse tecido do espaço-tempo, consegue vence a matéria escura. Veja bem se você em um dia de muito Sol entra em uma casa um pouco escura, o que acontecerá? Terá uma certa dificuldade pois terá que adaptar-se a condições de pouca luminosidade. Agora se você estiver na rua e tentar olhar as horas de seu celular terá dificuldade em ver as letras. A energia do meio circundante é muito maior do que a energia da tela do celular.
Se isso for aplicado as estrelas, visto que pela escalaridade a vemos como minúsculos pontos, a luz delas não conseguiria romper o tecido espaço temporal, essa luz só romper o espaço tempo e não é engolida pela matéria escura pelo fato de que na sua origem e produção estão envolvidas altissímas dosses de energia. Também dever ser tido em conta o fato de que existe a natureza eletromagnética da luz, ou seja a luz é acelerada e tem um vetor que não é o resultado da soma de forças agindo no fóton, mas fuciona como se fosse um imenso fio por onde passam os elétrons, nessa caso é uma analogia, ai troquemos os elétrons pelos fótons.
A escalaridade pode ser entendida como uma escalar onde os fenômenos acontecessem. Uma estrela vista a grande distância é tida como um ponto como de fato o é, nesse sentido. Uma partícula em um átomo, também é tida como um minúsculo ponto.
Essa fronteira imaginária é um tecido espaço-tempo, um tecido que faz com quando olhamos a estrela o Universo parece ser certa forma bidimensional, apesar de não o sê-lo. Assim, a estrela estaria nesse limite imaginário de espaço tempo é com se fosse um ponto brilhante em um limite imaginário.
A estrela consegue assim rasgar esse tecido do espaço-tempo, consegue vence a matéria escura. Veja bem se você em um dia de muito Sol entra em uma casa um pouco escura, o que acontecerá? Terá uma certa dificuldade pois terá que adaptar-se a condições de pouca luminosidade. Agora se você estiver na rua e tentar olhar as horas de seu celular terá dificuldade em ver as letras. A energia do meio circundante é muito maior do que a energia da tela do celular.
Se isso for aplicado as estrelas, visto que pela escalaridade a vemos como minúsculos pontos, a luz delas não conseguiria romper o tecido espaço temporal, essa luz só romper o espaço tempo e não é engolida pela matéria escura pelo fato de que na sua origem e produção estão envolvidas altissímas dosses de energia. Também dever ser tido em conta o fato de que existe a natureza eletromagnética da luz, ou seja a luz é acelerada e tem um vetor que não é o resultado da soma de forças agindo no fóton, mas fuciona como se fosse um imenso fio por onde passam os elétrons, nessa caso é uma analogia, ai troquemos os elétrons pelos fótons.
A escalaridade pode ser entendida como uma escalar onde os fenômenos acontecessem. Uma estrela vista a grande distância é tida como um ponto como de fato o é, nesse sentido. Uma partícula em um átomo, também é tida como um minúsculo ponto.







