segunda-feira, 26 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
A primeira vez que vi a Via-Lactéa
Faz um bom tempo que eu e a Via-Lácte nos encontramos, isso foi em uma noite de um dia, entre meus 15 anos e a data de hoje deste post. Bem na verdade eu e a Senhora Via-Láctea nos encontramos pela primeira vez nas páginas de uma Super Interessante, aquele revista brasileira que nos idos dos anos 80 tentava mostra as maravilhas da ciência e hoje se tornou uma revista, não sei o quê. Mas o fato é que em uma bela noite sem Lua, na rua onde eu moro olhei para o alto e pude percebe que havia uma parte do Céu que parecia ter uma concentração maior de estrelas.
Na verdade, a princípio nao foi fácil enxergar a Via-Láctea, eu na verdade nem sabia que era a ela, essa a estrutura que é o nosso lar no Universo. Tive que força um pouco a vista pra poder olhar pra ela e perceber que nessa faixa do céu, como que alinhada com o nosso Equador existe uma grande concentração de Estrelas.
Hoje sei que é a Via Láctea é que seu nome se deve segundo as explicações por seu aspecto leitoso, ou seja pelo brilho das estrelas, seria na verdade uma interpretação natural do homem no sentido de melhor explicar o fenômeno do aglomerado de estrelas.
Na verdade, a princípio nao foi fácil enxergar a Via-Láctea, eu na verdade nem sabia que era a ela, essa a estrutura que é o nosso lar no Universo. Tive que força um pouco a vista pra poder olhar pra ela e perceber que nessa faixa do céu, como que alinhada com o nosso Equador existe uma grande concentração de Estrelas.
Hoje sei que é a Via Láctea é que seu nome se deve segundo as explicações por seu aspecto leitoso, ou seja pelo brilho das estrelas, seria na verdade uma interpretação natural do homem no sentido de melhor explicar o fenômeno do aglomerado de estrelas.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Cientistas fazem 'mapa da gravidade' da Terra
17:48
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BBC Brasil
Os cientistas afirmam que os dados podem ser usados em inúmeras aplicações, entre elas nos estudos de mudança climática para ajudar a entender como a grande massa de oceanos move calor ao redor da Terra.
O novo mapa foi apresentado em um simpósio sobre observação terrestre em Bergen, na Noruega, onde também estão sendo apresentados dados recolhidos por outras missões da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).
Antes do fim da década, cerca de 20 missões da ESA totalizando cerca de 8 bilhões de euros serão lançadas para observar o espaço através de sondas.
Parâmetros
O mapa foi desenhado a partir de medições precisas realizadas pelo satélite europeu Goce, sigla formada a partir das iniciais da sonda exploradora de campo gravitacional e equilíbrio estacionário que circula na órbita terrestre a uma altitude de pouco mais de 250 km da superfície – a órbita mais baixa de um satélite de pesquisa em operação.
A Goce carrega três pares de blocos de platina dentro de seu gradiômetro – o aparelho que mede o campo magnético da Terra – capazes de perceber acelerações leves da gravidade sentida na superficie.
Em dois meses de observação, o satélite mapeou diferenças quase imperceptíveis na força exercida pela massa planetária em diferentes pontos do globo.
O mapa define, em um determinado ponto, a superfície horizontal na qual a força da gravidade ocorre de maneira perpendicular.
Estas inclinações podem ser vistas em cores que marcam como os níveis divergem da forma elíptica da Terra. No Atlântico Norte, perto da Islândia, o nível se situa a cerca de 80 metros sobre a superfície da elipsoide. No Oceano Índico, esse nível está 100 metros abaixo.
Os cientistas dizem que o mapa permitirá aos oceanógrafos definir como seria a forma dos oceanos se não houvesses marés, ventos e correntes marítimas. Subtraindo a forma do modelo, ficam evidentes estas outras influências.
Esta informação é crucial para criar modelos climáticos que levam em conta como os oceanos transferem energia ao redor do planeta.
Usos
Há outros usos para o geoide. O modelo fornece um sistema universal para comparar altitudes em diferentes partes da Terra, à semelhança dos aparelhos de nivelamento que, na construção, revelam aos engenheiros para onde um determinado fluido corre naturalmente dentro de um tubo ou cano.
Cientistas geofísicos também podem usar os dados da sonda para investigar o que ocorre nas entranhas profundas da Terra, especialmente naqueles pontos susceptíveis a terremotos e erupções vulcânicas.
"Os dados da Goce estão mostrando novas informações no Himalaia, na África Central, nos Andes e na Antártida", explica o coordenador da missão da Esa, Rune Floberghagen.
"São lugares bem inacessíveis. Não é fácil medir variações de alta frequência no campo gravitacional da Antártida com um avião, porque há poucos campos aéreos a partir dos quais operar."
A altitude extremamente baixa da Goce deveria limitar a utilização da sonda por no máximo mais dois anos. Entretanto, níveis relativamente baixos de atividade solar produziram condições atmosféricas calmas, fazendo o satélite consumir menos combustível que o estimado.
A equipe crêe que a sonda poderia ser utilizada até 2014, quando a falta de combustível desaceleraria a missão, obrigando-a a sair de órbita.
Atualizado em 29 de junho, 2010 - 09:18 (Brasília) 12:18 GMT
Jonathan Amos
da BBC News, em Bergen
Cientistas criaram um "mapa da gravidade" terrestre, mostrando as diferentes influências desta força física ao redor do planeta.
O modelo, conhecido como geoide, define onde estão os níveis da superfície terrestre, esclarecendo se o sentido é "para cima" ou "para baixo".Os cientistas afirmam que os dados podem ser usados em inúmeras aplicações, entre elas nos estudos de mudança climática para ajudar a entender como a grande massa de oceanos move calor ao redor da Terra.
O novo mapa foi apresentado em um simpósio sobre observação terrestre em Bergen, na Noruega, onde também estão sendo apresentados dados recolhidos por outras missões da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).
Antes do fim da década, cerca de 20 missões da ESA totalizando cerca de 8 bilhões de euros serão lançadas para observar o espaço através de sondas.
Parâmetros
O mapa foi desenhado a partir de medições precisas realizadas pelo satélite europeu Goce, sigla formada a partir das iniciais da sonda exploradora de campo gravitacional e equilíbrio estacionário que circula na órbita terrestre a uma altitude de pouco mais de 250 km da superfície – a órbita mais baixa de um satélite de pesquisa em operação.
A Goce carrega três pares de blocos de platina dentro de seu gradiômetro – o aparelho que mede o campo magnético da Terra – capazes de perceber acelerações leves da gravidade sentida na superficie.
Em dois meses de observação, o satélite mapeou diferenças quase imperceptíveis na força exercida pela massa planetária em diferentes pontos do globo.
O mapa define, em um determinado ponto, a superfície horizontal na qual a força da gravidade ocorre de maneira perpendicular.
Estas inclinações podem ser vistas em cores que marcam como os níveis divergem da forma elíptica da Terra. No Atlântico Norte, perto da Islândia, o nível se situa a cerca de 80 metros sobre a superfície da elipsoide. No Oceano Índico, esse nível está 100 metros abaixo.
Os cientistas dizem que o mapa permitirá aos oceanógrafos definir como seria a forma dos oceanos se não houvesses marés, ventos e correntes marítimas. Subtraindo a forma do modelo, ficam evidentes estas outras influências.
Esta informação é crucial para criar modelos climáticos que levam em conta como os oceanos transferem energia ao redor do planeta.
Usos
Há outros usos para o geoide. O modelo fornece um sistema universal para comparar altitudes em diferentes partes da Terra, à semelhança dos aparelhos de nivelamento que, na construção, revelam aos engenheiros para onde um determinado fluido corre naturalmente dentro de um tubo ou cano.
Cientistas geofísicos também podem usar os dados da sonda para investigar o que ocorre nas entranhas profundas da Terra, especialmente naqueles pontos susceptíveis a terremotos e erupções vulcânicas.
"Os dados da Goce estão mostrando novas informações no Himalaia, na África Central, nos Andes e na Antártida", explica o coordenador da missão da Esa, Rune Floberghagen.
"São lugares bem inacessíveis. Não é fácil medir variações de alta frequência no campo gravitacional da Antártida com um avião, porque há poucos campos aéreos a partir dos quais operar."
A altitude extremamente baixa da Goce deveria limitar a utilização da sonda por no máximo mais dois anos. Entretanto, níveis relativamente baixos de atividade solar produziram condições atmosféricas calmas, fazendo o satélite consumir menos combustível que o estimado.
A equipe crêe que a sonda poderia ser utilizada até 2014, quando a falta de combustível desaceleraria a missão, obrigando-a a sair de órbita.
O que a destruição de uma casa, o expansão do Universo e a Luz do poste tem em comum
Existe uma lei na vida que diz o seguinte: Difícil é construir, destruir é fácil. Mas, o que isso tem a ver com a Luz que vem da Lâmpada do poste. Veja uma coisa, se você quer construir uma casa, verá que demandará um certo tempo e dinheiro. Agora, esqueça o quanto você gastará na construção da casa, pense mais em termos de energia e menos no seu bolso. Verá que o tempo de construção, dependendo do projeto levar um certo tempo.
Digamos que a casa que foi construída, será agora destruída para dar lugar a um shopping center, destrui-lá demanda muito menos tempo do que a sua construção. Isso é um exemplo que serve para ilustrar o conceito de Entropia. Dessa forma a Entropia, nos mostra que em um sistema a tendência é ir da ordem para o Caos. Da Wikipédia que nos diz: "A entropia (do grego εντροπία, entropía) é uma grandeza termodinâmica que aparece geralmente associada ao que se denomina em senso comum de "grau de desordem" de um sistema termodinâmico. Com a entropia procura-se "medir" a parte da energia que não pode ser transformada em trabalho em transformações termodinâmicas, temos uma definição clássica do que seria entropia.
Se olharmos ao nosso redor veremos que a entropia está presente, em muitas situações. Por exemplo, se você olhar as nuvens verá que elas tendem a evapora-se com o aquecimento. Agora vejamos, no caso do poste de Luz como isso se apresentar. Se você olhar para o ponto de onde a Luz emana verá que há dissipação de energia, essa energia dissipada sobre a forma de calor é mais um exemplo de entropia, ou seja energia elétrica, transformada em energia luminosa que por sua vez é transformada em energia térmica.
A Luz que provém da lâmpada no poste tende a se propaga ad infinitum, agora fazer o processo inverso, é mais complicado. Isso é um outro exemplo de entropia. E se quissessemos volta no tempo e no espaço. Imagine agora que você queira voltar a uma data no passado.
Se imaginarmos o Universo como um sistema dinâmico, em que todas as variáveis pudessem ser conhecidas, poderiamos em um computador calcular o estado desse sistema no passado. Mas quando se tratar de se voltar ao passado a coisa se complicar, porque voltar ao passado só poderia acontecer na mesma dimensão em que ocorrem os fenômenos do presente. Se quisermos voltar ao passado teríamos que fazer todas as variáveis a um tempo anterior àquele de onde estamos. Isso envolveria um grande soma de energia, e um dispostivo gigantesmo.
Estamos envolvidos em uma trama de espaço-tempo tal que há um motor impulsionado, não percebemos isso, mas a entropia desse sistema ainda está longe de se acabar, mas assim como no caso da casa que é mais fácil de ser destruida, tentar reverter o processo da destruição é tentar voltar no tempo e na prática isso não acontece. É uma característica de todos os sistema dinâmicos, sempre em um sentido e não no sentido contrário.
Com o nosso universo, acontece algo parecido, ele está em expansão e a tendência é a desordem, o caos, onde um dia não haverá mais matéria-prima para criação de novas estrelas e assim teremos um espaço frio e sem estrela, um universo morto.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
O copo de suco de maracujá e Gravidade no Universo
20:39
discovery channel universo, gravidade, history channel universo, ifma imperatriz ma, série O universo, universo imperatriz maranhão
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O que existe de comum entre um corpo de maracujá e a gravidade no universo.Aliás essa é antiga, e veio pela indução. Ora, há muitos anos atrás ainda quando eu tinha meus idos 15 anos, estava eu olhando um copo de suco de maracujá. Se você lembra um pouco dos conceitos de química verá que os átomos da Água e as outras substâncias no copo estão em movimento se constituidno um sistema dinâmico. Mas como possso pensar em um copo de maracujá com sendo um modelo análogo ao da gravidade no universo.
Certo se olharmos o copo (álias precisa ser um copo de vidro) veremos que as sementes que foram despedaçadas estão lá em uma posição fixa. Elas não caem, não sobem, não descem. É fato é que na verdade todas as moleculas vibram, certo, mas o copo como objeto visto por um observado humano é visto como estático em certo sentido. Entenderam, daí vem a analogia entre os elementos que estão no corpo e a gravidade no Universo. A desculpa, a gravidade ela atua sobre todos, sobre todos os os corpos celestes presentes no espaço. Se você puder conceber um modelo tridimensional verá que a gravidade não mantêm somente os nosso planetas em seus lugares a grosso modo, ela é responsável pelas interações gravitacionais em todo o Universo.
Certo se olharmos o copo (álias precisa ser um copo de vidro) veremos que as sementes que foram despedaçadas estão lá em uma posição fixa. Elas não caem, não sobem, não descem. É fato é que na verdade todas as moleculas vibram, certo, mas o copo como objeto visto por um observado humano é visto como estático em certo sentido. Entenderam, daí vem a analogia entre os elementos que estão no corpo e a gravidade no Universo. A desculpa, a gravidade ela atua sobre todos, sobre todos os os corpos celestes presentes no espaço. Se você puder conceber um modelo tridimensional verá que a gravidade não mantêm somente os nosso planetas em seus lugares a grosso modo, ela é responsável pelas interações gravitacionais em todo o Universo.
Fenômenos locais versus fenômenos escalares
20:20
dualidade partícula-onda. física em imperatirz maranhão, estrelas, ifma imperatriz ma, Universo
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A forma como vemos os fenômenos que ocorrem ao nosso redor é que nos diz como interpretamos o Universo. Interessante que ontem estava olhando uma estrela no céu, uma pequeno ponto brilhante. Podemos pensar que ao olharmos a estrela temos a sensação de que ela está brilhando justo naquele momento. Ledo engano, a luz das estrelas que vemos e quem vem dos confins do cosmos já brilhou. Mas existe algo intrigante, uma estrela brilhando além de nosso planeta parece está, posso assim dizer em uma esfera imaginária, apesar de que a estrela mais próxima de nos não encerra o limite do Universo.
Essa fronteira imaginária é um tecido espaço-tempo, um tecido que faz com quando olhamos a estrela o Universo parece ser certa forma bidimensional, apesar de não o sê-lo. Assim, a estrela estaria nesse limite imaginário de espaço tempo é com se fosse um ponto brilhante em um limite imaginário.
A estrela consegue assim rasgar esse tecido do espaço-tempo, consegue vence a matéria escura. Veja bem se você em um dia de muito Sol entra em uma casa um pouco escura, o que acontecerá? Terá uma certa dificuldade pois terá que adaptar-se a condições de pouca luminosidade. Agora se você estiver na rua e tentar olhar as horas de seu celular terá dificuldade em ver as letras. A energia do meio circundante é muito maior do que a energia da tela do celular.
Se isso for aplicado as estrelas, visto que pela escalaridade a vemos como minúsculos pontos, a luz delas não conseguiria romper o tecido espaço temporal, essa luz só romper o espaço tempo e não é engolida pela matéria escura pelo fato de que na sua origem e produção estão envolvidas altissímas dosses de energia. Também dever ser tido em conta o fato de que existe a natureza eletromagnética da luz, ou seja a luz é acelerada e tem um vetor que não é o resultado da soma de forças agindo no fóton, mas fuciona como se fosse um imenso fio por onde passam os elétrons, nessa caso é uma analogia, ai troquemos os elétrons pelos fótons.
A escalaridade pode ser entendida como uma escalar onde os fenômenos acontecessem. Uma estrela vista a grande distância é tida como um ponto como de fato o é, nesse sentido. Uma partícula em um átomo, também é tida como um minúsculo ponto.
Essa fronteira imaginária é um tecido espaço-tempo, um tecido que faz com quando olhamos a estrela o Universo parece ser certa forma bidimensional, apesar de não o sê-lo. Assim, a estrela estaria nesse limite imaginário de espaço tempo é com se fosse um ponto brilhante em um limite imaginário.
A estrela consegue assim rasgar esse tecido do espaço-tempo, consegue vence a matéria escura. Veja bem se você em um dia de muito Sol entra em uma casa um pouco escura, o que acontecerá? Terá uma certa dificuldade pois terá que adaptar-se a condições de pouca luminosidade. Agora se você estiver na rua e tentar olhar as horas de seu celular terá dificuldade em ver as letras. A energia do meio circundante é muito maior do que a energia da tela do celular.
Se isso for aplicado as estrelas, visto que pela escalaridade a vemos como minúsculos pontos, a luz delas não conseguiria romper o tecido espaço temporal, essa luz só romper o espaço tempo e não é engolida pela matéria escura pelo fato de que na sua origem e produção estão envolvidas altissímas dosses de energia. Também dever ser tido em conta o fato de que existe a natureza eletromagnética da luz, ou seja a luz é acelerada e tem um vetor que não é o resultado da soma de forças agindo no fóton, mas fuciona como se fosse um imenso fio por onde passam os elétrons, nessa caso é uma analogia, ai troquemos os elétrons pelos fótons.
A escalaridade pode ser entendida como uma escalar onde os fenômenos acontecessem. Uma estrela vista a grande distância é tida como um ponto como de fato o é, nesse sentido. Uma partícula em um átomo, também é tida como um minúsculo ponto.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Telescópio espacial mostra ‘luz mais antiga’ do universo
09:46
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A agência espacial europeia divulgou nesta segunda-feira a primeira imagem do cosmos feita pelo telescópio espacial Planck, na qual é possível ver a “luz mais antiga” do universo.
A luz – chamada de radiação de micro-ondas cósmica de fundo – é associada ao chamado big bang, a grande explosão na qual os cientistas acreditam que o universo foi criado, há cerca de 14 bilhões de anos.A parte central da foto é dominada por grandes porções da nossa galáxia, a Via Láctea. A linha horizontal brilhante atravessando a imagem é o eixo principal da galáxia.
É nessa região que se formam hoje a maioria das estrelas da Via Láctea, mas como a foto registra apenas luz com comprimentos de onda longos (invisíveis ao olho humano), o que vemos na realidade não são estrelas, e sim o material do qual elas são feitas, poeira e gás.
Mas a foto também mostra, em magenta e amarelo, a radiação cósmica de fundo.
Formada 380 mil anos após o Big Bang, essa radiação de calor só pôde circular pelo espaço quando um resfriamento no Universo pós-Big Bang permitiu a formação de átomos de hidrogênio.
Os cientistas dizem que, antes desse estágio, o cosmos era tão quente que matéria e radiação estavam "fundidas". O Universo, seria, então, opaco.
Rascunho
Os instrumentos do Planck podem detectar variações de temperatura nessa radiação antiga que auxiliam a compreensão da estrutura do Universo no momento de sua formação e que são uma espécie de rascunho de tudo o que se sucedeu depois.
Foram necessários mais de seis meses para que o telescópio espacial conseguisse montar o mapa.
O Planck, lançado ao espaço em maio do ano passado, já está montando uma segunda versão do mapa. A idéia é que ele faça pelo menos quatro versões.
Os cientistas vão precisar de tempo para analisar todas as informações e avaliar suas implicações. A divulgação formal de imagens completas da radiação cósmica de fundo e de análises científicas sobre elas não deve acontecer antes do fim de 2012.
Segundo os pesquisadores, as informações coletadas constituem um banco de dados extraordinário, que os ajudará a compreender melhor como o Universo adquiriu a aparência que tem hoje.
"É uma foto espetacular, uma coisa linda", disse à BBC Jan Tauber, um dos cientistas da missão Planck.
domingo, 4 de julho de 2010
Quando sabemos que é dia, e porque sabemos que é noite.
11:01
dia e noite, dualidade partícula-onda. física em imperatirz maranhão, física conceitual, natureza da luz
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A luz é uma das formas de energia com que o homem mais tem interagido, desde que somos espécie sobre o planeta. Mas como podemos perceber que é dia e o que é noite?
Sabemos que é dia porque o espalhamento de fótons é uniforme em todo o espaço. Isso é existe uma quantidade de fótons tal que nos passar a idéia de que é dia.
Se uma pessoa estar dentro de casa, ainda de manhã cedo, quando o Sol está aparecendo no horizonte, mesmo que pela janela ela veja a luz das primeiras horas da manhã, dentro de casa ainda poderá pensar que é noite se todas as entradas de luz forem cobertas.
Claro que isso é uma questão de percepção. Acontece que de manhã bem cedo, a quantidade de luz externa é menor do que a quantidade de luz que existe dentro de casa e ainda podemos perceber o interior da casa com a mesma quantidade de luz da noite plena.
E aqui podemos fazer distinção entre a noite plena e o dia pleno. A noite plena e a total ausência de luz solar, inclusive ai colocando-se a luz do sol refletida pela Lua. O dia pleno e a total ausência de escuridão.
Sabemos que é dia porque o espalhamento de fótons é uniforme em todo o espaço. Isso é existe uma quantidade de fótons tal que nos passar a idéia de que é dia.
Se uma pessoa estar dentro de casa, ainda de manhã cedo, quando o Sol está aparecendo no horizonte, mesmo que pela janela ela veja a luz das primeiras horas da manhã, dentro de casa ainda poderá pensar que é noite se todas as entradas de luz forem cobertas.
Claro que isso é uma questão de percepção. Acontece que de manhã bem cedo, a quantidade de luz externa é menor do que a quantidade de luz que existe dentro de casa e ainda podemos perceber o interior da casa com a mesma quantidade de luz da noite plena.
E aqui podemos fazer distinção entre a noite plena e o dia pleno. A noite plena e a total ausência de luz solar, inclusive ai colocando-se a luz do sol refletida pela Lua. O dia pleno e a total ausência de escuridão.
Considerações sobre a luz
10:51
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Sou um fascinado pela luz, a beleza de seu fenômeno é um dos mais sublimes do universo. Está manhã estive me perguntanto: Se colocassemos uma vela na mesma posição de uma estrela fixa o que aconteceria?
Aconteceria que não veríamos a luz da vela. Isso porque a luz que vemos das estrelas só rompe o espaço porque é produzido por uma fonte muito potente.
È sabido que a luz produzida em uma estrela como o nosso Sol envolve processos onde existe uma grande descarga de energia.
A vela se fosse colocada em um ponto distante de nós no universo, se fosse tida como uma hipotética estrela, sua luz não conseguia chegar até a Terra. A quantidade de luz seria insuficiente para romper o tecido do espaço-tempo e chegar até nós. As estrelas fixas nesse caso podem ser tidas como pontos de origem de alta energia.
Somente uma luz sendo emitida com o dispêndio de grandes quantidades é capaz disso. Isso porque o espaço possui a chamada matéria escura.
Relacionando a luz com o eletromagnetismo, podemos dizer que a luz emitida de fonte natural bem como aquela também emitida puntiformemente tem em sua origem uma indutância eletromagnética, também tendo as linhas de campo de força eletromagnética.
Aconteceria que não veríamos a luz da vela. Isso porque a luz que vemos das estrelas só rompe o espaço porque é produzido por uma fonte muito potente.
È sabido que a luz produzida em uma estrela como o nosso Sol envolve processos onde existe uma grande descarga de energia.
A vela se fosse colocada em um ponto distante de nós no universo, se fosse tida como uma hipotética estrela, sua luz não conseguia chegar até a Terra. A quantidade de luz seria insuficiente para romper o tecido do espaço-tempo e chegar até nós. As estrelas fixas nesse caso podem ser tidas como pontos de origem de alta energia.
Somente uma luz sendo emitida com o dispêndio de grandes quantidades é capaz disso. Isso porque o espaço possui a chamada matéria escura.
Relacionando a luz com o eletromagnetismo, podemos dizer que a luz emitida de fonte natural bem como aquela também emitida puntiformemente tem em sua origem uma indutância eletromagnética, também tendo as linhas de campo de força eletromagnética.













