About

Pages

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

O todo e a parte

Alguém já parou pra pensar o que é o todo, e de que ele é constituído. Bem, a resposta é que o todo é a soma das partes. Mas, esse é um raciocínio bem a priore. Se você observar um rio verá um grande volume de água. Se você observar o espaço sideral verá o fundo preto, melhor falando a profunidade de campo.  No caso do rio, veremos que ele é a soma de bilhões de moléculas de H2O. Elas se somam e formam o rio, e também poderia ser uma gota de água. Até mesmo o átomo é a soma de partes. Quais? Glúosn quarks, elétrons, e por aí vai. E no caso do espaço vazio???. O que vemos é a soma das suas partes. Mas que partes²? Nesse caso sua cor indicar que existe um imensa, porque não dizer uma enorme soma de energia, pois a cor negra é soma de todas as cores, então por analogia existe uma grande, enorme quantidade de energia no espaço que somada nos dar o que chamamos de Universo, cosmos.  Quer um outro exemplo! Quando olhamos o céu vemos milhares de estrelas, elas são as partes que constituem a galáxia onde vivemos. Quando as olhamos daqui, não podemo perceber que elas fazem parte de uma estrutura bem maior que chamamos galáxia, as galáxias por sua vez constituem os aglomerados de galáxias. No fim a totalidade de um ser, dependerá das suas suas partes constituintes, tanto qualitativamente quanto quantitativamente. Isso é importante na compreensão dos fenômenos da física, se você está interessado em compreende-lá, mais do que simplesmente decora fórmulas e constantes. É um dos princípios básicos sobre a qual se apoia a ciência.

Abraços

domingo, 14 de novembro de 2010

A caneta em equilíbrio - A estática na vida real.

A vida nos traz de vez em quanto certos nuances. Não sei como mas o sistema mostrado ao lado se configurou, mas olha que situação inusitada. Não poderia deixar isso passar em branco e deixar de registra tal sistema composto de uma caneta, um albúm de fotografias, o controle remoto de um DVD. Para fins de análise da estática e das forças presentes considere o sitema como um todo, no caso agenda, albúm e controle do DVD. Até a próxima, quando farei a análise do sistema.

sábado, 13 de novembro de 2010

Física quântica e a pronfundidade de campo

Olhando a minha página inicial que tem a imagem dos continentes em uma projeção. Pude perceber que onde é perto da costa a cor da água é de um azul mais claro. Ao contrário. quanto mais profundo, mais tempo demora pra luz refletir e voltar e por isso é mais profundo. Então raciocinando por analogia, em relação ao espaço ele é escuro pois tem uma grande profundidade de campo aliado a isso tem também a questão da geometria do espaço.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Longe da poluição luminosa

Saudades do meus tempos de menino quando olhava o céu e via as estrelas. Hoje em dia isso é quase impossível devido a poluição luminosa. A questão é importante pois para que possarmos ver as constelações é necessário um céu limpo, boas condições metereológicas e nenhum ou pouquissíma poluição luminosa. Agora isso é interessante porque tem a ver com a questão da dimensionalidade e da escalaridade. Sistema de referência seja ele inercial ou não. Nesse caso como estamos em nosso referencial Terra a soma das energias de todas as lâmpadas se sobrepõe a luz das estrelas fazendo com que elas fiquem menos visivéis. O principio também poderia ser aplicado ao espaço, no caso digo as estrelas. Já que o fundo do espaço é escuro elas não deveriam brilhar como brilham, mas elas somente brilham porque a luz delas é produzida com uma alta quantidade de fótons e também porque elas representam rasgos no tecido do espaço-tempo. Isso é o inverso do que ocorre na terra, onde as fontes de luz requerem uma quantidade muito menor de energia para serem produzidas. É uma espécie de dualismo, na terra pouca energia, campo eletromagnético, e pouco comprimento de onda, no espaço altas somas de energia. É importante pensa que o espaço é escuro porque o que vemos é o resultado da geometria especial do espaço associado ao fato de que existe uma interação entre o espaço-tempo constituído de um determinado tipo de partícula muito pequena. Se por exemplo pensamos no céu azul da Terra, sabemos que ele é azul porque espalha esse comprimento de onda. No espaço as distâncias são enormes para que isso ocorra. O fundo que vemos é soma da matéria constituinte do próprio espaço tempo, essa partícula que nesse caso é a matéria escura.

Prova do Enem - Cardeno Amarelo

Segue o link do cardeno Amarelo da prova que foi feita no Domingo, dia 07/11/2010, bem como o site do Anglo que corrigiu a prova.


AMARELO_Domingo

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Exercício Resolvido - Fundamentos de Matemática Elementar Vol. 1 pág. 109

Um pequeno avião a jato gasta sete horas a menos do que um avião a hélice para ir de São Paulo até Boa Vista. O avião a jato voa a uma velocidade média de 660 km/h, enquanto o avião a hélice voa em média a 275 km/h. Qual a distância entre São Paulo e Boa Vista?

Para resolver esse problema devermos ter duas equações. Uma que represente o comportamento do avião a hélice e outra equação que representa o avião a jato. Note que quando o autor fala que o avião a jato gasta 7 horas a menos, isso que dizer que ele gasta 7 horas a menos do que o avião a hélice. O grande segredo aqui é interpretar corretamente as informações e montar as equações de forma que se ache o tempo de voo em função da velocidade. Até a próxima. Errata. Onde se ler no corpo da resolução do exercício prova, leia-se provar.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Astrônomos encontram a estrela de maior massa do universo

Telescópio capta explosão de supernova em 3D

sábado, 7 de agosto de 2010

Tensor em meio um dimensional estado de fase líquido

Bom quem gosta de ciência é assim né, onde vai acha algo interessante. Nesse caso estava eu olhando a superfície da água, e vendo como ela é transparante (isso dar margem para especular sobre o espaço ao nosso redor, será ele mesmo vazio, já sabemos que não), pois bem, o que é interessante aqui não nem tanto as ondas que se formam na superfície do matéria em estado de fase líquido (com relativa pouca energia cinética), mas uma coisa que chamamos de tensor. Isso porque é claro todos sabem a superfície da água tem a sua tensão superficial, mas em uma análise dimensional do corpo, no caso da água ela sofre os efeitos da força aplicada pelo contato da sola do sapato e que é transmitida para todo o líquido (existem um nome mais técnico do que isso), e a isso chamamos tensor. Isso ainda é uma ideia intuitiva da coisa, e que presica ser esmiuçada com mais cuidado. Abraços

Tentando visualizar as linhas do espectro eletromagnético em uma lâmpada incandescente

De todos os tipos de iluminação artifical criadas pelo homem, uma tem um interesse especial. É a da lâmpda incandescente, talvez há muito abolida nos países desenvolvidos. A Lâmpada foi inventada por Thomas Alva Edison, famoso invetor americano a quem é atribuída a frase: “Nunca falhei, apenas descobri dez mil maneiras que não funcionam. Pois bem, se você observa essa maravilha tecnológica poderá ver nela linhas bem finas saindo da lâmpada e se olha com mais calma verá também as cores vermelha, verde que são as duas cores primárias do espectro da  luz visível. E se prestar mais um pouco de atenção verá as linhas de força do campo de força eletromagnético saindo da lâmpada em cujos os focos se originam as linhas que finas que vemos. E se você prestar mais atenção ainda verá uma zona mais próximo da lâmpada onde você pode ver a dissipação do calor.
Tentei tirar uma foto disso mas não ficou bom, só vai dar pra ver as linhas que saem da lâmpada, não vai dar pra ver nem as linhas de força do campo eletromagnético. Abraços

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Imagem mostra colisão de galáxias na direção da constelação do Corv

A agência espacial norte-americana (Nasa) divulgou nesta quinta-feira (5) novas imagens da colisão de duas galáxias na direção da constelação do Corvo, localizadas a 45 milhões de anos-luz de distância.
O colorido da fotografia é artificial. Resulta da união da observação feita por três telescópios da Nasa: Hubble, Chandra e Spitzer. Cada um deles captou as partes amarela, azul e vermelha e o resultado é o que se vê na composição. Conhecidas como galáxias da Antena, elas iniciaram o encontro há 100 milhões de anos, gerando novas estrelas a partir da poeira e gás. Com a informação enviada em ondas infravermelhas, o Telescópio Spitzer nuvens quentes de poeira, indicadoras de estrelas recém-nascidas.
Confira o trabalho da cada telescópio separadamente
As observações com raio-x feitas pelo Chandra permitiram identificar elementos de supernovas, explosões que marcam o fim da vida de estrelas muito massivas. Segundo os pesquisadores, os gases detectados são ricos em elementos como magnésio, ferro, oxigênio e silício.
Estrelas de nêutrons e buracos negros, ambos objetos com raio menos que das estrelas, porém muito mais massivos, também aparecem na fotografia.

O Hubble compôs a parte "óptica" da imagem, destacando aglomerados estelares e astros mais velhos. Somadas, as observações duraram quase cinco dias e foram feitas entre 1999 e 2002.
Estima-se que a área observada tem comprimento de 61 mil anos-luz. A constelação do Corvo é facilmente visível no hemisfério sul, tendo 4 estrelas mais marcantes, notáveis a olho nu mesmo em cidades poluídas como São Paulo.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Reportagem Nat Geo Formação de Galáxias

domingo, 1 de agosto de 2010

segunda-feira, 26 de julho de 2010

quarta-feira, 21 de julho de 2010

A primeira vez que vi a Via-Lactéa

Faz um bom tempo que eu e a Via-Lácte nos encontramos, isso foi em uma noite de um dia,  entre meus 15 anos e a data de hoje deste post. Bem na verdade eu e a Senhora Via-Láctea nos encontramos pela primeira vez nas páginas de uma Super Interessante, aquele revista brasileira que nos idos dos anos 80 tentava mostra as maravilhas da ciência e hoje se tornou uma revista, não sei o quê. Mas o fato é que em uma bela noite sem Lua, na rua onde eu moro olhei para o alto e pude percebe que havia uma parte do Céu que parecia ter uma concentração maior de estrelas.
Na verdade, a princípio nao foi fácil enxergar a Via-Láctea, eu na verdade nem sabia que era a ela, essa a estrutura que é o nosso lar no Universo. Tive que força um pouco a vista pra poder olhar pra ela e perceber que nessa faixa do céu, como que alinhada com o nosso Equador existe uma grande concentração de Estrelas.

Hoje sei que é a Via Láctea é que seu nome se deve segundo as explicações por seu aspecto leitoso, ou seja pelo brilho das estrelas, seria na verdade uma interpretação natural do homem no sentido de melhor explicar o fenômeno do aglomerado de estrelas.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Cientistas fazem 'mapa da gravidade' da Terra

BBC Brasil
Atualizado em  29 de junho, 2010 - 09:18 (Brasília) 12:18 GMT


Cientistas criaram um "mapa da gravidade" terrestre, mostrando as diferentes influências desta força física ao redor do planeta.
O modelo, conhecido como geoide, define onde estão os níveis da superfície terrestre, esclarecendo se o sentido é "para cima" ou "para baixo".
Os cientistas afirmam que os dados podem ser usados em inúmeras aplicações, entre elas nos estudos de mudança climática para ajudar a entender como a grande massa de oceanos move calor ao redor da Terra.
O novo mapa foi apresentado em um simpósio sobre observação terrestre em Bergen, na Noruega, onde também estão sendo apresentados dados recolhidos por outras missões da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).
Antes do fim da década, cerca de 20 missões da ESA totalizando cerca de 8 bilhões de euros serão lançadas para observar o espaço através de sondas.
Parâmetros
O mapa foi desenhado a partir de medições precisas realizadas pelo satélite europeu Goce, sigla formada a partir das iniciais da sonda exploradora de campo gravitacional e equilíbrio estacionário que circula na órbita terrestre a uma altitude de pouco mais de 250 km da superfície – a órbita mais baixa de um satélite de pesquisa em operação.
A Goce carrega três pares de blocos de platina dentro de seu gradiômetro – o aparelho que mede o campo magnético da Terra – capazes de perceber acelerações leves da gravidade sentida na superficie.
Em dois meses de observação, o satélite mapeou diferenças quase imperceptíveis na força exercida pela massa planetária em diferentes pontos do globo.
O mapa define, em um determinado ponto, a superfície horizontal na qual a força da gravidade ocorre de maneira perpendicular.
Estas inclinações podem ser vistas em cores que marcam como os níveis divergem da forma elíptica da Terra. No Atlântico Norte, perto da Islândia, o nível se situa a cerca de 80 metros sobre a superfície da elipsoide. No Oceano Índico, esse nível está 100 metros abaixo.
Os cientistas dizem que o mapa permitirá aos oceanógrafos definir como seria a forma dos oceanos se não houvesses marés, ventos e correntes marítimas. Subtraindo a forma do modelo, ficam evidentes estas outras influências.
Esta informação é crucial para criar modelos climáticos que levam em conta como os oceanos transferem energia ao redor do planeta.
Usos
Há outros usos para o geoide. O modelo fornece um sistema universal para comparar altitudes em diferentes partes da Terra, à semelhança dos aparelhos de nivelamento que, na construção, revelam aos engenheiros para onde um determinado fluido corre naturalmente dentro de um tubo ou cano.
Cientistas geofísicos também podem usar os dados da sonda para investigar o que ocorre nas entranhas profundas da Terra, especialmente naqueles pontos susceptíveis a terremotos e erupções vulcânicas.
"Os dados da Goce estão mostrando novas informações no Himalaia, na África Central, nos Andes e na Antártida", explica o coordenador da missão da Esa, Rune Floberghagen.
"São lugares bem inacessíveis. Não é fácil medir variações de alta frequência no campo gravitacional da Antártida com um avião, porque há poucos campos aéreos a partir dos quais operar."
A altitude extremamente baixa da Goce deveria limitar a utilização da sonda por no máximo mais dois anos. Entretanto, níveis relativamente baixos de atividade solar produziram condições atmosféricas calmas, fazendo o satélite consumir menos combustível que o estimado.
A equipe crêe que a sonda poderia ser utilizada até 2014, quando a falta de combustível desaceleraria a missão, obrigando-a a sair de órbita.

O que a destruição de uma casa, o expansão do Universo e a Luz do poste tem em comum

Existe uma lei na vida que diz o seguinte: Difícil é construir, destruir é fácil. Mas, o que isso tem a ver com a Luz que vem da Lâmpada do poste. Veja uma coisa, se você quer construir uma casa, verá que demandará um certo tempo e dinheiro. Agora, esqueça o quanto você gastará na construção da casa, pense mais em termos de energia e menos no seu bolso. Verá que o tempo de construção, dependendo do projeto levar um certo tempo.
Digamos que a casa que foi construída, será agora destruída para dar lugar a um shopping center, destrui-lá demanda muito menos tempo do que a sua construção. Isso é um exemplo que serve para ilustrar o conceito de Entropia. 
Dessa forma a Entropia, nos mostra que em um sistema a tendência é ir da ordem para o Caos.  Da Wikipédia que nos diz: "A entropia (do grego εντροπία, entropía) é uma grandeza termodinâmica que aparece geralmente associada ao que se denomina em senso comum de "grau de desordem" de um sistema termodinâmico. Com a entropia procura-se "medir" a parte da energia que não pode ser transformada em trabalho em transformações termodinâmicas, temos uma definição clássica do que seria entropia. 

Se olharmos ao nosso redor veremos que a entropia está presente, em muitas situações. Por exemplo, se você olhar as nuvens verá que elas tendem a evapora-se com o aquecimento. Agora vejamos, no caso do poste de Luz como isso se apresentar. Se você olhar para o ponto de onde a Luz emana verá que há dissipação de energia, essa energia dissipada sobre a forma de calor é mais um exemplo de entropia, ou seja energia elétrica, transformada em energia luminosa que por sua vez é transformada em energia térmica.

A Luz que provém da lâmpada no poste tende a se propaga ad infinitum, agora fazer o processo inverso, é mais complicado. Isso é um outro exemplo de entropia. E se quissessemos volta no tempo e no espaço. Imagine agora que você queira voltar a uma data no passado. 
Se imaginarmos o Universo como um sistema dinâmico, em que todas as variáveis pudessem ser conhecidas, poderiamos em um computador calcular o estado desse sistema no passado. Mas quando se tratar de se voltar ao passado a coisa se complicar, porque voltar ao passado só poderia acontecer na mesma dimensão em que ocorrem os fenômenos do presente. Se quisermos voltar ao passado teríamos que fazer todas as variáveis a um tempo anterior àquele de onde estamos. Isso envolveria um grande soma de energia, e um dispostivo gigantesmo.  
Estamos envolvidos em uma trama de espaço-tempo tal que há um motor impulsionado, não percebemos isso, mas a entropia desse sistema ainda está longe de se acabar, mas assim como no caso da casa que é mais fácil de ser destruida, tentar reverter o processo da destruição é tentar voltar no tempo e na prática isso não acontece. É uma característica de todos os sistema dinâmicos, sempre em um sentido e não no sentido contrário.

Com o nosso universo, acontece algo parecido, ele está em expansão e a tendência é a desordem, o caos, onde um dia não haverá mais matéria-prima para criação de novas estrelas e assim teremos um espaço frio e sem estrela, um universo morto.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

sábado, 10 de julho de 2010

O copo de suco de maracujá e Gravidade no Universo

O que existe de comum entre um corpo de maracujá e a gravidade no universo.Aliás essa é antiga, e veio pela indução. Ora, há muitos anos atrás ainda quando eu tinha meus idos 15 anos, estava eu olhando um copo de suco de maracujá. Se você lembra um pouco dos conceitos de química verá que os átomos da Água e as outras substâncias no copo estão em movimento se constituidno um sistema dinâmico. Mas como possso pensar em um copo de maracujá com sendo um modelo análogo ao da gravidade no universo.
Certo se olharmos o copo (álias precisa ser um copo de vidro) veremos que as sementes que foram despedaçadas estão lá em uma posição fixa. Elas não caem, não sobem, não descem. É fato é que na verdade todas as moleculas vibram, certo, mas o copo como objeto visto por um observado humano é visto como estático em certo sentido. Entenderam, daí vem a analogia entre os elementos que estão no corpo e a gravidade no Universo. A desculpa, a gravidade ela atua sobre todos, sobre todos os os corpos celestes presentes no espaço. Se você puder conceber um modelo tridimensional verá que a gravidade não mantêm somente os nosso planetas em seus lugares a grosso modo, ela é responsável pelas interações gravitacionais em todo o Universo. 

Fenômenos locais versus fenômenos escalares

A forma como vemos os fenômenos que ocorrem ao nosso redor é que nos diz como interpretamos o Universo. Interessante que ontem estava olhando uma estrela no céu, uma pequeno ponto brilhante. Podemos pensar que ao olharmos a estrela temos a sensação de que ela está brilhando justo naquele momento. Ledo engano, a luz das estrelas que vemos e quem vem dos confins do cosmos já brilhou. Mas existe algo intrigante, uma estrela brilhando além de nosso planeta parece está, posso assim dizer em uma esfera imaginária, apesar de que a estrela mais próxima de nos não encerra o limite do Universo.

Essa fronteira imaginária é um tecido espaço-tempo, um tecido que faz com quando olhamos a estrela o Universo parece ser certa forma bidimensional, apesar de não o sê-lo. Assim, a estrela estaria nesse limite imaginário de espaço tempo é com se fosse um ponto brilhante em um limite imaginário.



A estrela consegue assim rasgar esse tecido do espaço-tempo, consegue vence a matéria escura. Veja bem se você em um dia de muito Sol entra em uma casa um pouco escura, o que acontecerá? Terá uma certa dificuldade pois terá que adaptar-se a condições de pouca luminosidade. Agora se você estiver na rua e tentar olhar as horas de seu celular terá dificuldade em ver as letras. A energia do meio circundante é muito maior do que a energia da tela do celular.

Se isso for aplicado as estrelas, visto que pela escalaridade a vemos como minúsculos pontos, a luz delas não conseguiria  romper o tecido espaço temporal, essa luz só romper o espaço tempo e não é engolida pela matéria escura pelo fato de que na sua origem e produção estão envolvidas altissímas dosses de energia. Também dever ser tido em conta o fato de que existe a natureza eletromagnética da luz, ou seja a luz é acelerada e tem um vetor que não é o resultado da soma de forças agindo no fóton, mas fuciona como se fosse um imenso fio por onde passam os elétrons, nessa caso é uma analogia, ai troquemos os elétrons pelos fótons.


A escalaridade pode ser entendida como uma escalar onde os fenômenos acontecessem. Uma estrela vista a grande distância é tida como um ponto como de fato o é, nesse sentido. Uma partícula em um átomo, também é tida como um minúsculo ponto.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Telescópio espacial mostra ‘luz mais antiga’ do universo

A agência espacial europeia divulgou nesta segunda-feira a primeira imagem do cosmos feita pelo telescópio espacial Planck, na qual é possível ver a “luz mais antiga” do universo.
A luz – chamada de radiação de micro-ondas cósmica de fundo – é associada ao chamado big bang, a grande explosão na qual os cientistas acreditam que o universo foi criado, há cerca de 14 bilhões de anos.
A parte central da foto é dominada por grandes porções da nossa galáxia, a Via Láctea. A linha horizontal brilhante atravessando a imagem é o eixo principal da galáxia.
É nessa região que se formam hoje a maioria das estrelas da Via Láctea, mas como a foto registra apenas luz com comprimentos de onda longos (invisíveis ao olho humano), o que vemos na realidade não são estrelas, e sim o material do qual elas são feitas, poeira e gás.
Mas a foto também mostra, em magenta e amarelo, a radiação cósmica de fundo.
Formada 380 mil anos após o Big Bang, essa radiação de calor só pôde circular pelo espaço quando um resfriamento no Universo pós-Big Bang permitiu a formação de átomos de hidrogênio.
Os cientistas dizem que, antes desse estágio, o cosmos era tão quente que matéria e radiação estavam "fundidas". O Universo, seria, então, opaco.
Rascunho
Os instrumentos do Planck podem detectar variações de temperatura nessa radiação antiga que auxiliam a compreensão da estrutura do Universo no momento de sua formação e que são uma espécie de rascunho de tudo o que se sucedeu depois.
Foram necessários mais de seis meses para que o telescópio espacial conseguisse montar o mapa.
O Planck, lançado ao espaço em maio do ano passado, já está montando uma segunda versão do mapa. A idéia é que ele faça pelo menos quatro versões.
Os cientistas vão precisar de tempo para analisar todas as informações e avaliar suas implicações. A divulgação formal de imagens completas da radiação cósmica de fundo e de análises científicas sobre elas não deve acontecer antes do fim de 2012.
Segundo os pesquisadores, as informações coletadas constituem um banco de dados extraordinário, que os ajudará a compreender melhor como o Universo adquiriu a aparência que tem hoje.
"É uma foto espetacular, uma coisa linda", disse à BBC Jan Tauber, um dos cientistas da missão Planck.

domingo, 4 de julho de 2010

Quando sabemos que é dia, e porque sabemos que é noite.

A luz é uma das formas de energia com que o homem mais tem interagido, desde que somos espécie sobre o planeta. Mas como podemos perceber que é dia e o que é noite? 

Sabemos que é dia porque o espalhamento de fótons é uniforme em todo o espaço. Isso é existe uma quantidade de fótons tal que nos passar a idéia de que é dia. 

Se uma pessoa estar dentro de casa, ainda de manhã cedo, quando o Sol está aparecendo no horizonte, mesmo que pela janela ela veja a luz das primeiras horas da manhã, dentro de casa ainda poderá pensar que é noite se todas as entradas de luz forem cobertas. 

Claro que isso é uma questão de percepção. Acontece que de manhã bem cedo, a quantidade de luz externa é menor do que a quantidade de luz que existe dentro de casa e ainda podemos perceber o interior da casa com a mesma quantidade de luz da noite plena. 
E aqui podemos fazer distinção entre a noite plena e o dia pleno. A noite plena e a total ausência de luz solar, inclusive ai colocando-se a luz do sol refletida pela Lua. O dia pleno e a total ausência de escuridão. 

Considerações sobre a luz

Sou um fascinado pela luz, a beleza de seu fenômeno é um dos mais sublimes do universo. Está manhã estive me perguntanto: Se colocassemos uma vela na mesma posição de uma estrela fixa o que aconteceria? 

Aconteceria que não veríamos a luz da vela. Isso porque a luz que vemos das estrelas só rompe o espaço porque é produzido por uma fonte muito potente.  
È sabido que a luz produzida em uma estrela como o nosso Sol envolve processos onde existe uma grande descarga de energia. 
A vela se fosse colocada em um ponto distante de nós no universo, se fosse tida como uma hipotética estrela, sua luz não conseguia chegar até a Terra. A quantidade de luz seria insuficiente para romper o tecido do espaço-tempo e chegar até nós. As estrelas fixas nesse caso podem ser tidas como pontos de origem de alta energia.


Somente uma luz sendo emitida com o dispêndio de grandes quantidades é capaz disso. Isso porque o espaço possui a chamada matéria escura.

Relacionando a luz com o eletromagnetismo, podemos dizer que a luz emitida de fonte natural bem como aquela também emitida puntiformemente tem em sua origem uma indutância eletromagnética, também tendo as linhas de campo de força eletromagnética.