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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

A galáxia do olho negro




A galáxia do olho negro é de 19 milhões de anos-luz da Terra e é 51.000 anos-luz de diâmetro. Meio interestelar da galáxia olho preto é composto por dois discos de contra-rotação que são aproximadamente iguais em massa. O disco interno contém as faixas de poeira proeminentes da galáxia. A população estelar da galáxia apresenta nenhuma contra-rotação mensurável. Uma das contingências cenários de formação incluem uma fusão com uma galáxia satélite rico em gás em uma órbita retrógrada ou o acréscimo contínuo de nuvens de gás a partir do meio intergaláctico

domingo, 7 de julho de 2013

Pesquisadores encontram poeira fria em volta de buraco negro

Astrônomos utilizaram telescópios instalados no deserto do Atacama, no Chile, para realizar as observações mais detalhadas da poeira que circunda um enorme buraco negro situado no centro de uma galáxia. Em vez de encontrar toda a poeira brilhante organizada na forma circular, como uma rosquinha, os pesquisadores descobriram que boa parte dela se encontra acima e abaixo deste círculo. As observações mostram que a poeira está sendo empurrada para longe do buraco negro na forma de um vento frio, uma descoberta surpreendente que desafia as teorias correntes e pode mudar o entendimento sobre como os buracos negros evoluem e interagem com o meio em sua volta.



Nos últimos vinte anos, os pesquisadores descobriram que a maioria das galáxias possuem em seu centro um imenso buraco negro. Alguns desses buracos negros crescem sem parar, conforme sugam matéria de seus arredores, criando nesse processo alguns dos objetos mais energéticos no universo: os núcleos ativos de galáxia. Eles são cercados por poeira cósmica — formada por grãos de silicatos e grafite —, que forma uma moldura circular em volta do buraco negro, de modo semelhante ao qual a água forma uma espécie de redemoinho em volta de um ralo.

Os astrônomos pensavam que a maior parte da forte radiação infravermelha emitida por esse tipo de objeto se originava dessa moldura. Mas as novas observações realizadas em um núcleo ativo conhecido como NGC 3783 trouxe uma surpresa aos pesquisadores. Em volta dele existe, de fato, um anel de poeira quente — que vai de 700 a 1.000 graus Celsius —, mas também existe uma grande quantidade de poeira mais fria abaixo e acima dessa moldura circular principal. "Essa é a primeira vez em que fomos capazes de combinar observações detalhadas em infravermelho da poeira fria em volta do núcleo de galáxia ativo com observações também da poeira muito quente", diz Sebastian Hönig, pesquisador da Universidade de Califórnia em Santa Barbara, nos Estados Unidos, e um dos autores do estudo.


Segundo os cientistas, a poeira descoberta forma uma espécie de vento frio que sai do centro de galáxia ativo. Esse vento deve ajudar a compreender a complexa relação que existe entre os buracos negros e o ambiente em sua volta, uma vez que eles se alimentam do material ao seu redor, mas a intensa radiação produzida por esse processo também empurra parte do material para longe. Ainda não está claro como esses dois processo funcionam em conjunto e permitem que os buracos negros cresçam e evoluam dentro das galáxias, mas a presença do vento de poeira traz mais uma nova peça ao quebra-cabeça montado pelos pesquisadores.

Precisão cósmica - Para investigar as regiões centrais do NGC 3783, os astrônomos precisaram usar o poder combinado dos vários telescópios que formam o Very Large Telescope. Utilizando uma técnica chamada interferometria, eles combinaram os dados obtidos pelos quatro telescópios de 8,2 metros para formar uma única observação com resolução equivalente a um de 130 metros. "Ao combinar a sensibilidade dos grandes espelhos do Very Large Telescope com a interferometria, nós fomos capazes de coletar luz suficiente para observar objetos tênues. Isso nos permite estudar uma região tão pequena quanto a distância que separa o Sol da estrela mais próxima — e isto numa galáxia a dezenas de milhões de anos-luz de distância. Nenhum outro sistema óptico ou infravermelho atual seria capaz deste feito", diz Gerd Weigelt, pesquisador do Instituto Max Planck para Radioastronomia.
Ao fornecer uma evidência direta de que a poeira está sendo empurrada pela radiação emitida pelos buracos negros, essas novas observações podem levar a uma mudança no paradigma existente sobre os núcleos de galáxia ativos. Segundo os astrônomos, os modelos que preveem como é que a poeira se distribui e como os buracos negros crescem e evoluem têm que, a partir de agora, levar conta este efeito recém-descoberto.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Rede de Monitoramento dos Raios UVA e UVB na Antártida


Os raios UVA  e UVB, que tem origem no Sol, são os mais prejudiciais do espectro não visível da luz. 

Se você precisa de mais informações sobre esse tipo de radiação pode acessar o site da National Science Foundation que mantém o monitoramento dos raios UVA E UVB no pólo Sul.

A importância do estudo desses raios se dar pois, os mesmos são provocadores de câncer de pele, eritema, e cegueira em alguns casos provocado por excesso de exposição a luz do Sol.


Na foto acima você tem o Sol emitindo luz na faixa do ultravioleta. A foto foi tirada pelo satélite Trace está disponível nesse aqui.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Aerodinâmica c-17


Engenharia aeronaútica é uma das minhas paixões. Adoro fica pensando em como os engenheiros fizeram os cálculos para chegar ao design das aeronaves. Existem é claro muitas variáveis envolvidas na concepção de um projeto de uma aeronave. A da nova foto acima é um avião militar. Um C17 que é operado pelas força área dos EUA. Mas, vendo assim o aeronave na foto dar pra ver duas inovações que os aviões de carga militar não tinham. O primeiro deles é esse aerofólio que sair das extremidades das asas. O outro pelo que puder notar é o leme traseiro que é mais alto do que nas aeronaves comercial. Podemos também perceber que no leme traseito você tem outra asa. Essa asa, tem uma função muito importante. Dar maior sustentação a aeronove. Essa necessidade de sustentação se tornar maior devido a força peso exercida pela carga dentro da aeronave, sem contar que ajuda na estabilidade do avião.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Hubble encontra a galáxia mais distante já observada

Aproximando-se das origens

Um grupo de astrônomos identificou, com a ajuda do Telescópio Espacial Hubble, uma galáxia que pode ser a mais distante e, portanto, a mais antiga de que se tem notícia.

A galáxia está a cerca de 13,2 bilhões de anos-luz da Terra, ou seja, ela teria sido formada em um momento em que o Universo tinha apenas 480 milhões de anos.

"Estamos chegando cada vez mais perto das primeiras galáxias, que acreditamos terem sido formadas entre 200 e 300 milhões de anos após o Big Bang," disse Garth Illingworth, da Universidade da Califórnia e um dos líderes do estudo.

Galáxia mais antiga

Nas observações, os astrônomos detectaram mudanças dramáticas nas galáxias, em um período entre 480 e 650 milhões de anos após a grande explosão que se acredita ter dado origem ao nosso Universo.

Segundo Illingworth, a taxa de nascimento de estrelas aumentou dez vezes nesse período de 170 milhões de anos. "Foi um aumento impressionante em um período tão curto, apenas 1% da idade atual do Universo", disse Illingworth.

Impressionante também foi o número de galáxias identificadas.

"Nossas buscas anteriores tinham encontrado 47 galáxias de tempos posteriores, quando o Universo tinha cerca de 650 milhões de anos. No entanto, só pudemos encontrar uma única possível galáxia apenas 170 milhões de anos antes," disse Illingworth. "O Universo estava mudando muito rapidamente em um curto espaço de tempo."

Estes resultados são consistentes com o quadro hierárquico aceito atualmente pelos cientistas para a formação das galáxias, em que as galáxias cresceram e se fundiram sob a influência gravitacional da matéria escura.

* Super-simulação traça mapa histórico do universo

Desvio para o vermelho

Os astrônomos medem a distância de um objeto por meio do seu desvio para o vermelho, uma medida de quanto a expansão do espaço esticou a luz do objeto para comprimentos de onda mais longos - mais vermelhos.

Esta galáxia agora detectada tem um valor provável de desvio para o vermelho de 10,3, o que corresponde a um objeto que emitiu a luz que chega até nós agora há 13,2 bilhões de anos, apenas 480 milhões de anos após o nascimento do universo.
Hubble encontra a galáxia mais distante já observada
Para alcançar desvios para o vermelho maiores do que 10, os astrônomos vão ter que esperar pelo telescópio espacial James Webb. [Imagem: NASA/ESA/A. Feild(STScI)]

Os pesquisadores também descreveram três outras galáxias com desvios para o vermelho maiores do que 8,2, que anteriormente era o mais alto valor confirmado para qualquer objeto no Universo - veja o recorde anterior na reportagem Galáxia encontrada pelo Hubble é o mais distante objeto já visto.

Para confirmar os dados do presente estudo, e para alcançar desvios para o vermelho maiores do que 10, os astrônomos vão ter que esperar pelo telescópio espacial James Webb.

Na verdade, o projeto do Hubble não considerava ser possível alcançar tal nível de observações, mesmo depois que ele recebeu um upgrade completo, em Maio de 2009.

* Hubble está pronto para desvendar novas fronteiras do Universo

A descoberta agora relatada foi possível graças a um dos instrumentos novos instalados naquela ocasião, a Câmera de Campo Amplo 3 (WFC3).
Bibliografia:

A candidate redshift z ? 10 galaxy and rapid changes in that population at an age of 500 Myr
R. J. Bouwens, G. D. Illingworth, I. Labbe, P. A. Oesch, M. Trenti, C. M. Carollo, P. G. van Dokkum, M. Franx, M. Stiavelli, V. González, D. Magee, L. Bradley
Nature
26 January 2011
Vol.: Published online
DOI: 10.1038/nature09717

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Menina de 10 anos é a mais jovem descobridora de uma supernova

Uma menina canadense de dez anos de idade se tornou a pessoa mais jovem até hoje a identificar uma supernova – estrela que, ao explodir, brilha intensamente até perder luminosidade.

Kathryn Gray estava estudando imagens obtidas em um observatório amador, no último domingo, quando notou uma supernova.
As fotos haviam sido mandadas para seu pai, Paul Gray, um astrônomo amador, que ajudou Kathryn a fazer a descoberta, descartando que se tratasse de um asteroide e verificando a lista de supernovas já conhecidas.

A descoberta foi averiguada e registrada pela Sociedade Real de Astronomia do Canadá (RASC, na sigla em inglês), que considerou Kathryn a pessoa mais jovem que se tem conhecimento a conduzir tal feito.
  • A supernova descoberta fica na constelação da Girafa
“Estou muito empolgada. É uma ótima sensação”, disse à menina ao jornal canadense Star.
“É fantástico que alguém tão jovem demonstre paixão pela astronomia. Que descoberta incrível”, disse Deborah Thompson, da RASC.

Eventos raros
A supernova – batizada de 2010lt – foi descoberta na galáxia UGC 3378, a cerca de 240 milhões de anos-luz de distância, na constelação de Camelopardalis.

Eventos raros, as supernovas consistem em explosões que marcam a morte violenta de estrelas maiores que o Sol.
Para identificar esses eventos é preciso observar imagens antigas de campos estelares e compará-las com imagens novas. A supernova se revela como um ponto mais brilhante que estrelas comuns, por isso, pode ser vista por meio de um telescópio simples.

Os eventos interessam aos astrônomos “porque produzem a maioria dos elementos químicos que fizeram a Terra e outros planetas e porque supernovas distantes podem ser usadas para estimar o tamanho e a idade do Universo”, diz a RASC em um comunicado.