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sábado, 15 de março de 2014

A Gravidade na Lua

Você está se sentindo com alguns quilos a mais? Vá para a Lua, onde você vai pode experimentar muito menos gravidade. Uma vez que a Lua é menor, e tem muito menos massa , ele puxa com os objetos com menos gravidade.

 Na verdade, se você estivesse na Lua , você experimentaria apenas 17% da força de gravidade que você iria experimentar na Terra. A gravidade na Lua é muito menor.
Só para dar um exemplo , digamos que você pesava 100 kg na Terra. Se você ficou na Lua, e depois para o seu banheiro dimensionar o peso seria apenas 17 kg . Com a gravidade assim tão baixa, você seria capaz de dar saltos muito altos. 


Se aqui na Terra você pode saltar 30 centímetros, na Lua  você seria capaz de saltar quase 2 metros em linha reta acima no ar. E no caso de uma bola você seria capaz de joga-lá 6 vezes mais longe.


Quando os astronautas da Apollo 1 caminharam sobre a superfície da Lua, eles precisavam se adequada a gravidade da Lua. É por isso que os astronautas fazer um salto de corrida engraçado como eles se movem em toda a superfície da lua. Se eles tentaram tomar medidas normais, eles voariam para o ar para longe e cairiam.

De fato a força da gravidade na Lua é tão baixa que você realmente pode voar com asas anexadas a seus braços, contanto que você estivesse dentro de uma cúpula fechada, cheia de ar com a pressão atmosférica da Terra. Não seria ótimo para ser capaz de voar como um pássaro?

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Restos de outra galáxia são encontrados dentro da Via Láctea

Redação do Site Inovação Tecnológica - 08/02/2011
Fluxo de Aquário: encontrado resto de galáxia dentro da Via Láctea
Visualização do Fluxo de Aquário, oriundo de um evento galáctico que ocorreu há apenas 700 milhões de anos. [Imagem: Arman Khalatyan, AIP]

Fluxo de Aquário



Uma equipe internacional de astrônomos descobriu uma nova corrente de estrelas na Via Láctea, remanescente de uma outra galáxia menor, que foi atraída e incorporada pela força gravitacional da nossa própria galáxia.

A corrente foi batizada de "Fluxo de Aquário", ou "Corrente de Aquário" (Aquarius Stream).

Essa atração, fatal para a outra galáxia, deve ter ocorrido há cerca de 700 milhões de anos, calculam os cientistas.

Isto torna o Fluxo de Aquário extremamente jovem - os outros fluxos de estrelas conhecidos têm bilhões de anos de idade e estão localizados na periferia da nossa galáxia.

Ao contrário de praticamente todos os fluxos de estrelas conhecidas, o Fluxo de Aquário está dentro do disco galáctico, onde a alta concentração de estrelas da Via Láctea torna difícil sua identificação.

"Ele está bem à nossa porta, nós simplesmente não conseguíamos vê-lo," disse a Dra. Mary Williams, do Instituto Astrofísico de Potsdam, que coordenou a pesquisa, realizada no Observatório Siding Spring, na Austrália.

Colisões de galáxias

A descoberta é parte de uma campanha denominada RAVE, que pretende rastrear até 1 milhão de estrelas da nova Via Láctea até 2012, na tentativa de entender o processo de formação da nossa galáxia.

O projeto RAVE (Radial Velocity Experiment) é chamado pelos astrônomos de "arqueologia galáctica", e está coletando dados de todo o céu em busca de informações sobre a história da formação da Via Láctea.

"Queremos descobrir qual foi a frequência desses eventos de fusão com galáxias vizinhas no passado e quantos podemos esperar no futuro," explica o Dr. Matthias Steinmetz, coordenador do projeto RAVE.

Mas uma coisa parece certa: dentro de mais ou menos três bilhões de anos a Via Láctea terá sua próxima grande colisão, com a vizinha galáxia de Andrômeda - isto se alguma das galáxias anãs descobertas durante os últimos anos em nossa vizinhança cósmica não chegar primeiro.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

O que a destruição de uma casa, o expansão do Universo e a Luz do poste tem em comum

Existe uma lei na vida que diz o seguinte: Difícil é construir, destruir é fácil. Mas, o que isso tem a ver com a Luz que vem da Lâmpada do poste. Veja uma coisa, se você quer construir uma casa, verá que demandará um certo tempo e dinheiro. Agora, esqueça o quanto você gastará na construção da casa, pense mais em termos de energia e menos no seu bolso. Verá que o tempo de construção, dependendo do projeto levar um certo tempo.
Digamos que a casa que foi construída, será agora destruída para dar lugar a um shopping center, destrui-lá demanda muito menos tempo do que a sua construção. Isso é um exemplo que serve para ilustrar o conceito de Entropia. 
Dessa forma a Entropia, nos mostra que em um sistema a tendência é ir da ordem para o Caos.  Da Wikipédia que nos diz: "A entropia (do grego εντροπία, entropía) é uma grandeza termodinâmica que aparece geralmente associada ao que se denomina em senso comum de "grau de desordem" de um sistema termodinâmico. Com a entropia procura-se "medir" a parte da energia que não pode ser transformada em trabalho em transformações termodinâmicas, temos uma definição clássica do que seria entropia. 

Se olharmos ao nosso redor veremos que a entropia está presente, em muitas situações. Por exemplo, se você olhar as nuvens verá que elas tendem a evapora-se com o aquecimento. Agora vejamos, no caso do poste de Luz como isso se apresentar. Se você olhar para o ponto de onde a Luz emana verá que há dissipação de energia, essa energia dissipada sobre a forma de calor é mais um exemplo de entropia, ou seja energia elétrica, transformada em energia luminosa que por sua vez é transformada em energia térmica.

A Luz que provém da lâmpada no poste tende a se propaga ad infinitum, agora fazer o processo inverso, é mais complicado. Isso é um outro exemplo de entropia. E se quissessemos volta no tempo e no espaço. Imagine agora que você queira voltar a uma data no passado. 
Se imaginarmos o Universo como um sistema dinâmico, em que todas as variáveis pudessem ser conhecidas, poderiamos em um computador calcular o estado desse sistema no passado. Mas quando se tratar de se voltar ao passado a coisa se complicar, porque voltar ao passado só poderia acontecer na mesma dimensão em que ocorrem os fenômenos do presente. Se quisermos voltar ao passado teríamos que fazer todas as variáveis a um tempo anterior àquele de onde estamos. Isso envolveria um grande soma de energia, e um dispostivo gigantesmo.  
Estamos envolvidos em uma trama de espaço-tempo tal que há um motor impulsionado, não percebemos isso, mas a entropia desse sistema ainda está longe de se acabar, mas assim como no caso da casa que é mais fácil de ser destruida, tentar reverter o processo da destruição é tentar voltar no tempo e na prática isso não acontece. É uma característica de todos os sistema dinâmicos, sempre em um sentido e não no sentido contrário.

Com o nosso universo, acontece algo parecido, ele está em expansão e a tendência é a desordem, o caos, onde um dia não haverá mais matéria-prima para criação de novas estrelas e assim teremos um espaço frio e sem estrela, um universo morto.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

sábado, 10 de julho de 2010

O copo de suco de maracujá e Gravidade no Universo

O que existe de comum entre um corpo de maracujá e a gravidade no universo.Aliás essa é antiga, e veio pela indução. Ora, há muitos anos atrás ainda quando eu tinha meus idos 15 anos, estava eu olhando um copo de suco de maracujá. Se você lembra um pouco dos conceitos de química verá que os átomos da Água e as outras substâncias no copo estão em movimento se constituidno um sistema dinâmico. Mas como possso pensar em um copo de maracujá com sendo um modelo análogo ao da gravidade no universo.
Certo se olharmos o copo (álias precisa ser um copo de vidro) veremos que as sementes que foram despedaçadas estão lá em uma posição fixa. Elas não caem, não sobem, não descem. É fato é que na verdade todas as moleculas vibram, certo, mas o copo como objeto visto por um observado humano é visto como estático em certo sentido. Entenderam, daí vem a analogia entre os elementos que estão no corpo e a gravidade no Universo. A desculpa, a gravidade ela atua sobre todos, sobre todos os os corpos celestes presentes no espaço. Se você puder conceber um modelo tridimensional verá que a gravidade não mantêm somente os nosso planetas em seus lugares a grosso modo, ela é responsável pelas interações gravitacionais em todo o Universo. 

Fenômenos locais versus fenômenos escalares

A forma como vemos os fenômenos que ocorrem ao nosso redor é que nos diz como interpretamos o Universo. Interessante que ontem estava olhando uma estrela no céu, uma pequeno ponto brilhante. Podemos pensar que ao olharmos a estrela temos a sensação de que ela está brilhando justo naquele momento. Ledo engano, a luz das estrelas que vemos e quem vem dos confins do cosmos já brilhou. Mas existe algo intrigante, uma estrela brilhando além de nosso planeta parece está, posso assim dizer em uma esfera imaginária, apesar de que a estrela mais próxima de nos não encerra o limite do Universo.

Essa fronteira imaginária é um tecido espaço-tempo, um tecido que faz com quando olhamos a estrela o Universo parece ser certa forma bidimensional, apesar de não o sê-lo. Assim, a estrela estaria nesse limite imaginário de espaço tempo é com se fosse um ponto brilhante em um limite imaginário.



A estrela consegue assim rasgar esse tecido do espaço-tempo, consegue vence a matéria escura. Veja bem se você em um dia de muito Sol entra em uma casa um pouco escura, o que acontecerá? Terá uma certa dificuldade pois terá que adaptar-se a condições de pouca luminosidade. Agora se você estiver na rua e tentar olhar as horas de seu celular terá dificuldade em ver as letras. A energia do meio circundante é muito maior do que a energia da tela do celular.

Se isso for aplicado as estrelas, visto que pela escalaridade a vemos como minúsculos pontos, a luz delas não conseguiria  romper o tecido espaço temporal, essa luz só romper o espaço tempo e não é engolida pela matéria escura pelo fato de que na sua origem e produção estão envolvidas altissímas dosses de energia. Também dever ser tido em conta o fato de que existe a natureza eletromagnética da luz, ou seja a luz é acelerada e tem um vetor que não é o resultado da soma de forças agindo no fóton, mas fuciona como se fosse um imenso fio por onde passam os elétrons, nessa caso é uma analogia, ai troquemos os elétrons pelos fótons.


A escalaridade pode ser entendida como uma escalar onde os fenômenos acontecessem. Uma estrela vista a grande distância é tida como um ponto como de fato o é, nesse sentido. Uma partícula em um átomo, também é tida como um minúsculo ponto.